Sons assustadores do espaço compõem a playlist de Dia das Bruxas da NASA

Dizem que ninguém pode te ouvir gritar no espaço.

Dizem que ninguém pode te ouvir gritar no espaço. E este pode ser o caso, mas isso não significa que o espaço não esteja repleto de uma abundância de estranhos sons na forma de explosões de rádio, pulsos eletromagnéticos, ventos solares, explosões de partículas carregadas e outras emissões celestiais. Não é possível ouvir estes sons em seu formato original, por isso a NASA os converteu em formatos de áudio adequados aos nossos ouvidos – e os resultados são perturbadores.

São mais de 20 diferentes tipos de sons disponíveis na nova playlist da NASA, incluindo explosões magnéticas dos satélites de Júpiter, ondas de plasma e curvas de luzes interestelares. Estes estranhos sons vão certamente arrepiar todos os seus fios de cabelo.

A NASA também providenciou algumas explicações sobre estes sons:

A sonda Juno capturou o ‘rugido’ de Júpiter: A sonda espacial da NASA Juno cruzou a imensa fronteira de campo magnético de Júpiter. Os instrumentos de ondas da sonda gravaram o encontro por cerca de duas horas em 24 de junho, 2016.

Ondas de plasma: Ondas de plasma, assim como o oceano, criam ritmos cacofônicos – com o instrumento EMFISIS abordo das sondas Van Allen da NASA – que podem ser ouvidos no espaço.

Emissões de rádio de Saturno: Saturno é uma fonte de intensas emissões de rádio, que foram monitoradas pela sonda Cassini. As ondas de rádio são relacionadas as auroras próximas aos polos do planeta. Estas auroras são semelhantes as luzes do norte e sul presentes na Terra. Mais sobre os assustadores sons das ondas de rádio de Saturno.

Sons de Júpiter: Cientistas algumas vezes traduzem sinais de rádio em som para melhor entendê-los. Este método é chamado de “sonificação de dados”. Em 27 de junho, 1996, a sonda Galileo fez o primeiro voo pela maior lua de Júpiter, Ganímedes, e este som representa os dados do instrumento de ondas de plasma da sonda Galileo.

Sons de um encontro com um cometa: Durante um voo pelo cometa Tempel 1, em 14 de fevereiro, 2011, um instrumento no escudo protetor da sonda Stardust foi atingido por partículas de poeira e pequenas rochas, como pode ser ouvido neste trecho.

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