Segundo suspeito da morte do capitão da PM é preso em Timon

Identificado como Márcio Douglas Lima Vasconcelos, ele se apresentou Central de Flagrantes do município.

O segundo suspeito de envolvimento na morte do capitão Antonio Carlos Pinto de Farias, na última quarta-feira (26) em um restaurante em Timon, se apresentou na Central de Flagrantes na noite dessa sexta-feira (28), por volta das 19h30. O oficial da PM estava almoçando no estabelecimento quando um bandido anunciou o assalto, o capitão reagiu, atirou em um suspeito, mas este revidou e acertou a cabeça do policial.

Imagem: reprodução/Cidadeverde.com

Identificado como Márcio Douglas Lima Vasconcelos ficou preso por força de um mandado de prisão expedido pela Justiça do Piauí. Ele foi ouvido pela morte do capitão e negou que tivesse participação no crime.

De acordo com o delegado regional de Timon, Humaitan Oliveira, ele ficou com medo por ser suspeito de matar um policial e acabou se apresentando. “Ele negou participação no crime, era foragido da justiça, mas ficou com medo de sua integridade física e se apresentou”, afirmou o delegado.

Márcio Douglas foi transferido para Teresina já que tem uma condenação de cinco anos e sete meses por roubo que deve ser cumprida em uma penitenciária do Piauí, mas irá responder pelas acusações da morte do capitão na cidade maranhense.

Marcio Douglas seria o condutor da motocicleta que deu fuga a Francisco das Chagas Fonseca Farias, 34 anos, suspeito de atirar contra o capitão na tentativa de assalto. Francisco das Chagas chegou a ser atingido no ombro pelo oficial da PM.

A arma do capitão e o revólver utilizado pelos suspeitos, um revólver calibre 38, foram apreendidos. O chefe de investigação do 1º DP de Timon, Edilberto Régis, informou que Francisco foi preso em 2015 por roubo em um estabelecimento comercial em Teresina. O suspeito aguardava julgamento em liberdade. A audiência estava prevista para o fim de 2018. Além de roubo, Francisco tinha passagem também por porte ilegal de arma.

Márcio Douglas também é conhecido da polícia maranhense suspeito de realizar roubos na cidade. Uma terceira pessoa também está sendo investigada, suspeita de ser a agenciadora do crime por ter emprestado a arma e a motocicleta.

O capitão estava na Polícia Militar desde 1991 e era lotado no Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) no Quartel do Comando Geral. Natural de Parnaíba, seu corpo foi velado e enterrado em sua terra natal.


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